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Lamsa realiza manutenção preventiva em viaduto na Linha Amarela

Terça-Feira, 21 de Julho de 2020

A Lamsa continua realizando investimentos para manutenção de viadutos na Linha Amarela. Além das obras já em andamento para modernização da Ponte Oswaldo Cruz, que liga a via expressa à Ilha do Fundão, orçadas em R$ 15 milhões, a concessionária, realizará, conforme previsto, a manutenção preventiva do elevado que cruza a Avenida Dom Hélder Câmara, na Abolição ao custo de cerca de R$ 700 mil e com previsão de 6 meses de duração. A intervenção consiste na verificação das tensões nos cabos protendidos da estrutura e comparação dos valores encontrados com os que foram aplicados originalmente. Para isso, serão utilizados macacos e bombas hidráulicas em 186 pontos de ancoragem nas extremidades dos cabos, para aferir a tensão existentes ao longo da estrutura. Toda a intervenção ocorrerá na parte interna do viaduto (“caixões”), sem necessidade de interrupção do trânsito. Esta monitoração representa uma boa prática dentro do ciclo de manutenção preventiva dos viadutos construídos por esta metodologia, chamada “protensão externa”.

Ao mesmo tempo, a Lamsa realiza campanha de monitoramento anual de todos os viadutos ao longo da rodovia, em ações que fazem parte do programa permanente de manutenção preventiva da Linha Amarela.

As ações de manutenção também incluem a limpeza de drenagem do viaduto que passa sobre a Avenida Amaro Cavalcanti, no Méier, além do sistema de captação de águas da via expressa. 

A Lamsa ainda prevê a limpeza e a conservação dos leitos dos rios Faria e Faria-Timbó, entre Engenho de Dentro e Bonsucesso, para evitar o transbordamento dos canais e o alagamento de ruas próximas à Linha Amarela.

Em Jacarepaguá, prosseguem as obras para manutenção da contenção de encostas no maciço rochoso sobre o Túnel Enzo Totis, orçadas em R$ 3 milhões. Também estão previstos serviços de capina ao longo da via durante o dia e varrição mecanizada à noite e de madrugada.

 Cuidados com coronavírus

 A Lamsa reforçou a higienização de instalações internas e externas da Linha Amarela para prevenir a expansão do coronavírus no Rio. Nas cabines da praça de pedágio, há desinfecção constante e dispensadores de álcool em gel para os motoristas limparem as mãos após o manuseio de dinheiro. Os funcionários, por sua vez, também têm o produto para uso constante e contam com máscaras como mais uma barreira física para a proteção contra o vírus

 Para quem precisar sair de casa, a Lamsa recomenda que os veículos circulem de janelas abertas e sejam limpos com água e sabão ou produtos multiuso, afastando os riscos de contaminação pelo coronavírus. As precauções principais devem ser tomadas nos locais de maior contato manual, como volante, cinto de segurança, maçanetas, puxadores das portas, alavanca de câmbio e botões de rádio, ar-condicionado e de acionamento de vidros elétricos.

Sobre a Linha Amarela

 Construída em 1997, a Linha Amarela é uma das mais importantes vias expressas do Rio de Janeiro e marcou a história da cidade pela revitalização de grande parte das zonas Norte e Oeste. A rodovia é administrada pela Lamsa, responsável pelos seus 17,4km de extensão, onde circulam em média 300 mil veículos por dia. A Lamsa é uma empresa pertencente ao grupo Invepar, formado pelos fundos Previ, Petros, Funcef e Yosemite — compostos majoritariamente por pensionistas e aposentados brasileiros.

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